Olá, pessoal!
Bem vindo à terceira parte da série Super-Heróis Atômicos, onde você conhece um pouco mais sobre o mundo dos quadrinhos. Desta vez, o foco não poderia deixar de ser no grupo de super-seres mais rentável da história do cinema:
os Vingadores.
No começo deste ano, a fim de praticar um pouco, busquei referências de ilustrações "super-heróicas" para desenhar. Foi quando conheci a arte de
Kris Anka, que já trabalha na indústria americana de quadrinhos. Dentre tantos, escolhi
um de seus desenhos como inspiração: o do personagem
Capitão América, líder dos Vingadores, um dos principais grupos de super-heróis da
Marvel Comics.
Nascido em 1941, em sua própria revista, o Capitão América tornou-se o maior símbolo do ideal americano nos quadrinhos. Na história, Steve Rogers, um franzino e doente rapaz, torna-se um super-soldado após tomar um soro nunca antes testado. Com força e destreza sobre-humana, passa a lutar contra a Alemanha nazista a favor dos Aliados. Com o término da Segunda Guerra, sua popularidade entrou em queda e a revista foi cancelada em 1950.
Quatorze anos mais tarde, na revista
Os Vingadores (
The Avengers #4), o personagem retorna para consolidar seu sucesso, unindo-se aos super-heróis: Vespa, Homem-Formiga, Homem de Ferro, Thor e Hulk. Quase cinquenta anos depois, torna-se protagonista do filme de sucesso
Capitão-América, o Primeiro Vingador, para depois estrear um dos maiores filmes de todos os tempos,
Os Vingadores. Lançado há pouco mais de um mês, o longa-metragem alcançou o quarto lugar no ranking das maiores bilheterias da história, com US$ 1,29 bilhão.
Ano passado, quando o filme solo do herói foi lançado, o jornal
A Folha da Região me convidou para uma entrevista sobre o personagem.
Aqui um resumo online da matéria publicada.
Uma curiosidade: o primeiro longa do herói foi lançado em 1990. Estrelado por Matt Salinger, foi um verdadeiro fiasco, nem chegando a estrear nos cinemas norte-americanos.
Quem diria, Capitão? Hoje, você está com a corda toda! (rsrs) É isso aí galera, obrigado e até a próxima!
Referências: